sexta-feira, 22 de maio de 2009

Bis! Maísa.


Bem,o vídeo da Maísa chorando no you tube não tem nada de engraçado! mas mesmo assim a garota volta a chorar no programa Silvio Santos o auditório ri, faz coro de “medrosa, medrosa” ao comando da voz do Homem do Baú, não acho engraçado, pois não é piada,e já esta se repetindo demais.Onde estão os pais da criança prodígio?será que eles não sabem que as crianças sofrem traumas por situações bem menos constrangedoras?Como é possível permitir a crueldade de se colocar uma criança dentro de uma mala e fechar o zíper?O artigo 5 do Estatuto da criança e do adoslescente diz que “nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”. Mas acho que os pais,produção do programa e apresentador desconhecem algumas leis.
Well, the video of the most crying in you tube is no fun! but anyway back to the girl crying in the Silvio Santos the audience laugh, the chorus is "fearful, fearful" to the command of the human voice Baú not feel funny, because it is not funny, and now it is repeating demais.Onde are parents of a child prodigy? do they not know that children suffer trauma in situations far less embarrassing? How can we allow the cruelty of putting a child into a bag and close the zipper? Article 5 of the Statute of the Child adoslescente and says that "no child or adolescent will be subject to any form of neglect, discrimination, exploitation, violence, cruelty and oppression." But I think parents, production of the program presenter and ignore some laws.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

CONFIRAM AS ATRAÇÕES DO SÃO JOÃO 2009 DE CRUZ DAS ALMAS!

Confira as principais atrações do São João 2009:
- Zé Ramalho
- Calcinha Preta
- Calypso
- Adelmário Coelho
- Estakazero
- Targino Gondim
- Virgilio
- Garota Safada
- Zelito Miranda
- Carlos Pita
- Trio Nordestino
- Acarajé com Camarão
- Sarapatel com Pimenta

domingo, 3 de maio de 2009

Antes,agora e depois! por Roberto Almeida dos Santos Filho.


Após meses sem se viver, ela na queda do temperamento dominante, agora encontrava-se como uma menina submissa e carente. Embora ela suplicasse uma chance, dizia ele: “Às vezes no silêncio da noite, eu ficava imaginando nós dois, eu ficava ali, sonhando acordado, juntando, o antes, o agora e o depois..” – Engraçado como tempo trocam as coisas. O depois é o agora, ela sem ele.
Inconformada, dizia ela: “Não vejo mais você faz tanto tempo, que vontade que eu sinto de olhar em seus olhos, ganhar seus abraços. É verdade, eu não minto. E nesse desespero em que me vejo, já cheguei a tal ponto de me trocar diversas vezes por você, só pra ver se te encontro”.
Numa paciência que não lhe cabia na época, explicava ele: ”Porque você me deixou tão solto? Porque você não colou em mim? Eu me senti muito sozinho. Não fui nem queria ser o seu dono. É que um carinho as vezes cai bem. Eu tenho os meus Desejos e planos Secretos! Só conto prá você Mais ninguém. Porque você me esquecia e sumia? E se eu me interessase por alguém? E se ela de repente me ganhasse?”.
Numa tentativa tênue de convecê-lo, pedia ela: “Você bem que podia perdoar. E só mais uma vez me aceitar. Prometo agora vou fazer por onde nunca mais perdê-lo!”.
De uma convicação invejável, continuava ele: “Quando agente gosta, é claro que agente cuida, falou que me amava, só que era da boca para fora. Ou você me enganava ou não estava madura“.
Numa tentativa derradeira de comovê-lo, fincava ela: “Agora, que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer. Você só me ensinou a te querer e te querendo eu vou tentanto te encontrar. Vou me perdendo, buscando em outros braços teus abraços, perdido no vazio de outros passos, do abismo em que você se retirou e me atirou e me deixou aqui sozinho”.
Talvez fosse aquele desfecho provocado por ele uma forma cruel de dizê-la que enfim ela foi um final e já não importava mais para ele o que um dia antes aconteceu e o que passaram eles num momento da época, que era o agora. Então, finalizou com calma, mas já nas últimas gotas de paciência que permitia-se: “Não me importa mais se buscas em outros braços o meu abraço, mas vale a certeza infinita, se infinita pode ser uma certeza, de que viver sozinho é a forma mais solitária e feliz que encontrei”.
Nem uma palavra mais foi dada. Nem um olhar mais foi trocado. Ficaram no passado dois corações que um dia tentaram viver eternamente, mas que o tempo, como sempre tem solução para tudo, há de dar cabo na procura de mais dois corações, que possam, enfim, saciar o desejo daqueles, que na outrora equivocaram-se nas linhas trites da incongruênca, mas que o futuro lhes reservam a felicidade. Só não lembraremos agora que ele, o futuro, é incerto.
ADOREI ESSA POSTAGEM DO BLOG DE UM AMIGO!
pedi autorização e publiquei aqui,confiram!